Policial da Rota é executado na porta de casa

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Carro alvejado por bandidos, em São Paulo: ação na porta da garagem do policial  (Divulgação/Polícia Civil/VEJA)

O cabo Fernando Flavio Flores, de 38 anos, foi assassinado na porta de sua residência quando iniciaria o trajeto para ir trabalhar. A ação ocorreu na manhã deste sábado (4) em Interlagos, em São Paulo. Após tirar o carro Fiat Dlobo da garagem, Flores estacionou o mesmo para fechar o portão.

Ao retornar ao veículo, viu se aproximar um carro branco. O passageiro começa a efetuar disparos de dentro do veículo, mas em seguida o bandido sai para fazer mais disparos. Um segundo homem também deixa o carro para ajudar na execução. Após a chuva de balas, eles fogem. O carro branco usado na ação foi encontrado abandonado no bairro de Parelheiros, também na zona sul de São Paulo. O policial da Rota tinha 38 anos e deixa mulher e três filhos.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública afirmou: “Um policial militar foi morto à tiros na manhã deste sábado (4), em Interlagos, na zona Sul da Capital. O cabo Fernando Flávio Flores, de 38 anos, saía de casa com destino ao trabalho, quando indivíduos em um carro passaram realizando disparos de arma de fogo. O PM entrou em óbito no local. O caso está sendo apresentado no 101° Distrito Policial (Jardim das Embúias) e será investigado pela Polícia Civil por meio de inquérito policial com assessoramento do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa – DHPP. Equipes da Corregedoria, que investigam crimes contra policiais, acompanharão as investigações”.

A polícia não revelou quantos disparam atingiram o cabo. Imagens do Fiat Dobló mostram dezenas de disparos na lataria. O governador João Doria se manifestou sobre o ocorrido: “Com profundo pesar que recebi há pouco a notícia da morte do Cabo da Polícia Militar Fernando Flávio Flores. Ele foi executado de forma covarde na porta de casa nesta manhã. O caso está sendo investigado pelas Polícias Militar e Civil e os assassinos não ficarão impunes. Que Deus conforte seus familiares e amigos neste momento de dor.”

Por Redação VEJA.

 

 

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