Câmara aprova declaração de utilidade pública para a APAAD

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Instituição é reconhecida pelas atividades de proteção aos animais domésticos do município

Os vereadores aprovaram por unanimidade, durante a sessão ordinária desta segunda-feira (30), a declaração de utilidade pública para a Associação de Proteção Ambiental e a Animais Domésticos de Mandaguari (APAAD). O reconhecimento à instituição consta no Projeto de Lei (PL) 29/2020, de autoria do parlamentar Eron Barbiero, e segue para sanção do prefeito Romualdo Batista.

Desde 2017, a APAAD atua com o resgate de animais e com o custeio dos tratamentos veterinários, promovendo feiras de adoção e acompanhamentos assistenciais aos tutores. O trabalho, que é realizado de maneira voluntária, auxilia o município nos atendimentos às denúncias de maus tratos e no socorro aos animais acidentados, entre outras demandas.

De acordo com um balanço apresentado pela instituição, de janeiro a abril deste ano, foram realizados em Mandaguari: 102 atendimentos a animais; 19 castrações; quatro amputações e tratamentos; três cirurgias; 49 alocações em lares temporários; e, ainda, 35 adoções permanentes.

“Mandaguari sabe da importância desse bonito trabalho desenvolvido pela APAAD. Se não fosse a Associação, a situação dos animais domésticos abandonados seria muito pior”, enfatizou o autor do PL. “Me sinto honrado de propor esse título que é merecido para cada um dos associados. Parabenizo pelas atividades e espero que, a partir desse reconhecimento, a APAAD consiga ter melhores e maiores condições de contribuir com o município, assim como o município de valorizar mais a APAAD”, concluiu Barbiero.

O Título de Utilidade Pública é um reconhecimento para instituições que prestam serviços à comunidade local sem fins lucrativos. Embora não seja obrigatório, o documento é importante para que as entidades consigam firmar parcerias de atuação público-privada ou estabelecer convênios financeiros com o setor público.

Atualmente, a APAAD capta recursos por meio de campanhas nas redes sociais, em ações solidárias conhecidas como “vaquinhas” ou em parcerias estabelecidas com o comércio, que fomenta o “troco solidário” ou doa insumos para a concretização das atividades. Somente no primeiro quadrimestre de 2020, foram necessários investimentos que somaram R$ 9 mil, segundo balanço da própria instituição.

 

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