O ex-aluno de 21 anos entrou na escola por volta das 9h20 e pediu o seu histórico escolar. Logo após ser atendido na secretaria, ele pediu autorização para ir ao banheiro, onde trocou de roupa e saiu armado com um revólver calibre 38 e uma machadinha.
O atirador deu vários tiros no corredor, mas felizmente não atingiu nenhum aluno. Ele seguiu até uma aula de educação física, onde estavam Karoline Verri Alves e o namorado dela jogando pingue-pongue. Lá, ele abriu fogo contra o casal, atingindo ambos na cabeça. Infelizmente, Karoline não resistiu aos ferimentos e faleceu no local, enquanto seu namorado precisou ser levado às pressas para o Hospital Universitário de Londrina e passou por uma cirurgia.
O atirador seguiu pelos corredores da escola gritando que iria matar mais alunos, mas foi imobilizado por um professor. A polícia chegou rapidamente ao local e prendeu o jovem de 21 anos, que foi encaminhado à delegacia de Cambé e, depois, para Londrina.
O atirador revelou em depoimento à polícia que planejou o crime por pelo menos quatro anos e estudou formas de entrar na escola usando redes sociais clandestinas. Adquiriu o revólver calibre 38 e a munição há cerca de um mês na cidade de Rolândia. Segundo ele, o objetivo era matar o máximo de pessoas possível.
O atirador também afirmou ter sido vítima de bullying por parte dos colegas quando estudou na mesma escola em 2014.
Segundo o secretário de Estado da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira, o atirador já foi denunciado à Justiça em 2022 por esfaquear outro aluno em uma escola de Rolândia.












