Ao ser flagrado com maconha, o homem de 26 anos, forneceu o nome de seu irmão, mas os policiais acabaram descobrindo a farsa.
Na noite de sexta-feira (2), por volta das 19h30, a equipe Rotam composta pelos soldados Romeu, Freires, Velasco e Glauco realizava patrulhamento no Conjunto Tancredo Neves, quando avistou um indivíduo que ao perceber a presença policial retirou um objeto de seu bolso esquerdo e jogou no chão, sendo então dado voz de abordagem ao mesmo.
Em busca pessoal, nenhum ilícito foi localizado com o indivíduo, porém ao verificar do que se tratava o objeto, foi identificada uma pequena sacola contendo 16 gramas de maconha.
Questionado sobre o entorpecente, o indivíduo disse que seria usuário e que estaria morando em Mandaguari há aproximadamente seis meses. Foi checado o nome no sistema e não apresentava qualquer anormalidade, porém o mesmo apresentava um nervosismo fora do comum, sendo neste momento então solicitado à central que enviasse uma foto da pessoa para que a equipe verificasse se realmente se tratava do abordado, uma vez que o mesmo não portava nenhum documento, sendo que no momento que a equipe recebeu a foto do abordado verificou que se tratava de outra pessoa, pois a aparência era totalmente diferente, porém o abordado insistia em dizer que seria a pessoa de “A”.
Diante da suspeita foi solicitado a central que verificasse através do nome da mãe de “A” se a mesma possuía outros filhos e se sim que fosse enviado fotos para a equipe verificar, sendo então verificado pela central que pela genitora “M” haveria um outro filho de nome “J.R”, sendo que contra o mesmo havia um mandado de prisão em aberto expedido pela comarca de Maringá e pela foto enviado a equipe foi verificado tratar-se do abordado.
“J”, de 26 anos, informou seu endereço, onde a equipe deslocou e em contato com a senhora “M” a mesma relatou ter conhecimento do mandado em aberto contra seu filho e entregou uma carteira nacional de habilitação para a equipe, sendo então deslocado a delegacia para que o fato fosse apresentado a autoridade policial competente.












