Coluna “Você, o transito e o meio ambiente”. Por Eustaquio José Bittencourt, Gazeta Regional edição n° 1388.
Atropelamento é um daqueles assuntos que está presente no dia a dia da maioria das pessoas, porém, quase ninguém gosta de tocar ou comentar.
Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde) as mortes causadas por atropelamentos equivalem a 22 % de todos as mortes no trânsito de todo o mundo. No Brasil é a segunda causa de mortes no trânsito. São causadas pelo mau planejamento urbano, falta de manutenção, sinalização das ruas e estradas, infra-estruturas das calçadas e locais de travessias de ruas, a imprudência, distração e falta de educação no trânsito dos condutores , ciclistas e pedestres .
Dicas para prevenção de atropelamentos:
Fique de olho nas crianças: As crianças possuem um comportamento totalmente diferente dos adultos e por isso merecem atenção especial. As crianças são menores e por isso mais difíceis de serem identificados.
Idosos: Os idosos são as principais vítimas de atropelamentos. Com o avanço da idade, a percepção, os reflexos sobre o ambiente ficam prejudicados. O cuidado deve ser dobrado quando o pedestre tem alguma limitação motora.
Condutores: A segurança no trânsito depende muito mais das suas atitudes do que do comportamento das pessoas externas. Entenda que nem todas as pessoas vão respeitar as sinalizações de trânsito, fique atento às sinalizações como placas e semáforos, também é importante reconhecer que nem todas as pessoas respeitam ou estão atentas.
Ciclistas: Não circule na contra-mão dos veículos e lembre-se que as calçadas são para a mobilidade dos pedestres.
Animais: Além de ferimentos e mortes aos animais, muitas vezes levam à perda de controle do veículo e consequentemente a um outro acidente de trânsito. Quando perceber um animal sem coleira, desacelere.
Somos todos pedestres: Sim, também todos os condutores em algum momento são pedestres e a atenção e prudência deve prevalecer sempre. Cuidados com o uso do celular tanto para condutores e pedestres.
A palavra “atropelamento” pode soar trágica demais e por isso muitas pessoas preferem acreditar que este tipo de coisa “nunca vai acontecer com elas”.












